sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Discriminação visual
Nessa atividade o educador deve confeccionar o jogo das sombras, pode ser de animais ou qualquer objeto, distribuir as fichas pelo chão em pequenos grupos e pedir que elas encontrem os pares das figuras e suas sombras, deixar que elas explorem bastante o jogo e em seguida pode dar uma atividade para que elas façam. Ótimo para trabalhar a discriminação visual, atenção, imitação dos animais ( expressão corporal)...
Telefone sem fio
Nessa fase entre dois a três anos a criança precisa muito treinar a fala, pois ainda não tem completo domínio sobre ela, então o educador deve estar sempre buscando brincadeiras para estimulá-la, o telefone sem fio é muito interessante e as crianças adoram, no início o educador será o mediador da conversa: - Quem está falando? - Quantos anos você tem? - Onde você mora? - Com quem você mora? - Como é o nome da mamãe? - Como é o nome do papai? - Você tem irmãos? - Como se chama seu irmão? Depois pode colocá-los em duplas para que eles mesmo criem novas conversas, é muito divertido e além de estimular a oralidade também estarão aprendendo a própria identidade, com a ajuda do educador que estará ajudando nos dados sobre eles. OBS: o telefone é feito com duas latinhas encapadas com E.V.A e barbante.
Partes do corpo
O educador deve colocar as crianças sentadas para que seja fácil de conduzi-las, em seguida pega um lençol e cobre o corpo todo, aos poucos vai mostrando uma parte do corpo e pergunta: - O que vocês estão vendo? Minha mão, então vamos todos mexer as mãozinhas? E assim, conforme for mostrando as partes pedir que façam movimentos com elas ( cabeça, ombro, braços, mãos, joelho, pernas, pés...) e assim ao termino da brincadeira cantar a música: cabeça, ombro, joelho e pé. Além de trabalhar as partes do corpo também trabalha expressão corporal, oralidade, atenção, alegria...
Bambolê
Com bambolê o educador pode fazer inúmeros tipos de brincadeiras e conseguir muitos objetivos, vai depender da criatividade do mesmo. Exemplos: - O educador rola e a criança deverá buscá-lo, depois a criança rola e outra criança busca ( agilidade e direção ). - Colocar os bambolês enfileirados e pedir que elas andem, pulem com os dois pés, pulem com um pé só, andem de quatro... ( coordenação motora, equilíbrio, ordem, atenção...). - Pedir que entrem de dois em dois no bambolê como se fosse um carro, de três em três...( socialização, companheirismo, quantidade...). - Usar o bambolê como alvo para acertar algo ( direção, expressão corporal, atenção, concentração...). Enfim, o entusiasmo e os objetivos só dependem da maneira de conduzir a brincadeira, e criar muitas formas para se divertir e aprender.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Brincando de casinha
- O que vamos cozinhar?
- Qual a cor desse alimento?
- Tomamos frio ou quente?
- Comemos frio ou quente?
- Café é doce ou salgado?
- A sopa está quente, vamos esfriá-la?
- Suco tomamos frio ou quente?
E assim junto com elas vai se criando oportunidade de novo questionamento...nessa brincadeira podemos explorar muitos objetivos, vai depender do que o educador está buscando.
O fantasma
O educador pega um lençol branco que seja transparente ( não opaco ) para que a criança consiga ver os vultos e não ter medo de ficar em baixo do mesmo, escolher quem será o fantasma, dado o sinal ele deverá fazer o som de fantasma:Uuuuuuuuuuuuuu...e tentar pegar os amigos e a educadora, que deverão fugir do fantasma, fazer com que todos participem. Nessa brincadeira eu explorei os objetivos : agilidade, atenção, alegria, emoção, entusiasmo...
História com objetos
Nessa atividade o educador deve contar a história criada por ele usando vários objetos, como bichinhos de pelúcia, chapéu, cadeirinhas, celelar...sempre mudando a voz e as expressões ( alegria, tristeza, susto, cansaço, raiva...), também pode aparecer uma música para que as crinças interajam com a história. Muitos objetivos podem ser tirados desta atividade, oralidade, emoções, atenção, alegria, cores, expressões faciais...entre outros.
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